As mães de Esopo amam de maneiras que formam ou estragam. A mãe caranguejo manda o filho andar reto, mas não sabe mostrar como. Outra aplaude um pequeno furto e cria um ladrão para a forca. A mãe da cotovia interpreta a colheita conforme quem promete realizar o trabalho. São as primeiras mestras da fábula, para o bem ou para o mal.