aesopica.
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FábulaNº 232

A lamparina

Uma lamparina, embriagada de óleo e emitindo uma luz brilhante, vangloriava-se de ser mais luminosa do que o Sol. Uma rajada de vento assobiou e a apagou imediatamente. Alguém tornou a acendê-la e disse: «Brilhe, lamparina, e fique quieta: o fulgor das estrelas nunca se apaga».

Não permita que a reputação ou a honra o ceguem, pois o prestígio adquirido nunca é verdadeiramente nosso.
Moral

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